Nesta quarta-feira (07/04) é o Dia Mundial da Saúde e como forma de comemoração a Comissão de Saúde, Promoção Social, Trabalho e Mulher debateu a situação do SUS (Sistema Único de Saúde) no contexto das novas formas de gestão e prestação de atendimento. O médico sanitarista da UNIFESP, Nicanor Rodrigues Pinto, criticou a terceirização do atendimento básico que vem acontecendo na rede municipal de saúde. “ Nas organizações sociais (OSs) há uma alta rotatividade de profissionais o que dificulta a criação do vínculo médico-paciente”, acredita ele.
A vereadora Sandra Tadeu (DEM), que presidiu a sessão, considera importante o papel das organizações sociais. “A administração pública tem dificuldade em contratar profissionais, pois o salário é muito baixo e nas OSs o salário é mais alto. O SUS é do povo, e os médicos e enfermeiros têm de ser mais valorizados”, pediu Sandra.
Houve também o pronunciamento de vinte e seis cidadãos, muitos deles integrantes do Conselho Municipal de Saúde. A maioria enfatizou a importância da realização da XV Conferência Municipal de Saúde, que não acontece há três anos. A vereadora Sandra apoia a realização da Conferência. “ Não há ninguém melhor do que o povo para trazer as reivindicações”, disse ela.
Também estavam presentes no debate os vereadores: Jamil Murad (PCdoB); Claudio Prado (PDT); Milton Ferreira (PPS); Zelão (PT); Noemi Nonato (PSB) e Juliana Cardoso (PT).
|
Dia Mundial da Saúde é marcado por reivindicações
Categorias
Outras notícias relacionadas
Projeto quer programa contra o uso de cigarros eletrônicos nas escolas municipais
Proteção às mulheres, saúde e cuidados com os animais entraram na pauta de discussão da Comissão de Administração Pública. Na reunião desta quarta-feira (04/11), o colegiado deu aval a 13 propostas que tramitam na Câmara Municipal de São Paulo. Entre as matérias está o PL (Projeto de Lei) 168/2025 – do vereador Ricardo Teixeira (UNIÃO)... »
Atualizado em 04/11/2026 - 18h45CCJ mantém pareceres de ilegalidade de 65 projetos; 122 propostas têm a oportunidade de retornar à pauta do colegiado
Regularmente, a CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa) se dedica à análise de propostas que ao longo das reuniões receberam pareceres pela ilegalidade. O trabalho é feito para retirar da pauta do colegiado os projetos que não reúnem condições de tramitar na Câmara Municipal de São Paulo. Na tarde desta quarta-feira (04/11), dos... »
Atualizado em 04/11/2026 - 16h30


