Comitê de crise na Educação discute avanço da capital para fase verde do Plano São Paulo

MARIANE‌ ‌MANSUIDO‌ ‌
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Em‌ ‌reunião‌ ‌nesta‌ terça-feira‌ ‌(13/10),‌ os integrantes do Comitê Emergencial de crise na Educação, vinculado à Comissão de Educação, Cultura e Esportes, falaram do receio da categoria sobre a volta às aulas presenciais ainda este ano, com a liberação da capital paulista para a fase verde do Plano São Paulo, decisão anunciada na semana passada.

Para a vice-presidente da APROFEM (Sindicato dos Professores e Funcionários Municipais de São Paulo), Margarida Genofre, a mudança é um indício para a futura retomada das aulas presenciais na cidade, especialmente após os protocolos aprovados para o retorno ainda na fase amarela. “É muito perigoso voltarmos agora”, declarou Genofre.

Além de defender que as aulas presenciais não retornem este ano, os profissionais presentes à reunião também reforçaram que a Prefeitura de São Paulo deve continuar realizando os inquéritos sorológicos no setor da Educação. “Deve ser contínuo para gerar a segurança necessária para retorno”, argumentou Patricia Pimenta, diretora do SINPEEM – SP (Sindicato dos Profissionais da Educação do Município de São Paulo).

O Comitê também aprovou um requerimento, que será oficializado pela Comissão de Educação, pedindo que a Prefeitura envie os resultados dos testes sorológicos, feitos com alunos e profissionais da educação, de forma regionalizada.

Também foi aprovada uma moção de júbilo ao ganhador do Prêmio Nobel da Paz de 2020, o Programa Mundial de Alimentos da ONU (Organização das Nações Unidas).

Estiveram presentes o vereador Eliseu Gabriel (PSB), presidente da Comissão, e Eduardo Suplicy (PT).

 

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