CPI da Violência contra a Mulher lança guia para auxiliar vítimas de violência doméstica

GIOVANNA CECCHI
DA REDAÇÃO

A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Violência Contra a Mulher lançou um guia com informações essenciais para a mulher vítima de agressão identificar um relacionamento abusivo e buscar ajuda em grupos de apoio e no poder público.

Desde sua instalação, em 17 de março de 2020, a CPI da Mulher dialogou com diversos órgãos e instituições para compreender qual a realidade das mulheres que sofrem violência no âmbito familiar. A Comissão identificou que muitas vítimas deixam de procurar ajuda por desconhecerem as medidas protetivas, por falta de redes de apoio de familiares e amigos, e em muitos outros casos a mulher sequer se reconhece como vítima de abuso.

A partir de uma reflexão sobre os depoimentos recolhidos, a CPI da Mulher criou “Um Guia Passo a Passo Para Se Libertar”, disponível nas versões ebook e audiobook. O guia traz informações sobre locais onde a mulher pode buscar ajuda e serve também como fonte de informação para grupos de acolhimento e pessoas interessadas em oferecer ajuda em um momento delicado em que as vítimas de violência se encontram ainda mais vulneráveis dentro de suas próprias casas.

 

Faça o download do ebook aqui ou ouça o audiobook neste link

As reuniões da CPI da Violência contra a Mulher acontecem a cada 15 dias, às terças-feiras, entre 11 horas e 13 horas. Saiba mais, clique aqui.

6 Contribuições

Falcon

Havendo uma mulher com dificuldades mentais e de comunicação que sofre violência por parte de um irmão que é pivô de diversos conflitos no local em que vive (favela), como se pode fazer a denúncia de modo que o (a) denunciante não se exponha de forma a ter que conflitar com tal pessoa agressiva e a denúncia seja averiguada de forma correta, inclusive fornecendo suporte para a (‘suposta”) vítima e quem à mesma peça devido auxílio ? Zona Leste de São Paulo, região de Sapopemba.

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Silmara Teixeira

Uma ótima iniciativa, mulheres morrendo sem mesmo ter o direito de pedir socorro! Precisamos divulgar ao máximo o direito de permacermos vivas!

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Vanessa Aparecida Galdino Cardoso

Bom dia meu nome é Vanessa Kryolla e sou idealizadora de um Projeto na periferia que se chama a voz do gueto não se cala “Hip Hop Contra a Violência a Mulher.
A fim de trazer um despertamento e ajudar mulheres vítimas de violência e que vivem em situação de vulnerabilidade social.
É de extrema importância para ajudar as mulheres que sofrem a violação dos seus direitos.
Gostaria de saber como faz para participar das reuniões da CPI de 15 em 15 dias para obter mais Informações sobre essa questão Social sobre violência doméstica.?

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Roberto Brito

e-book e audiobook?? As mulheres que não tem recursos, nem acesso à internet, nem celular ou computador , que são grande parte das vítimas de violência doméstica, fariam como para acessar esse manual?? Estamos curiosos

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