Instalada em maio de 2025, a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) dos Pancadões deu continuidade nos trabalhos do colegiado até abril deste ano. A comissão foi criada para investigar possíveis omissões dos órgãos públicos municipais na fiscalização de perturbação do sossego.
A CPI atuou no combate às festas clandestinas e aos chamados “pancadões’” realizados na cidade. Neste ano – já na reta final das atividades – a comissão se reuniu uma vez e expediu 10 ofícios.
As reuniões do colegiado foram conduzidas pelo vereador Rubinho Nunes (UNIÃO) – presidente da CPI e autor do pedido de abertura da comissão na Câmara Municipal de São Paulo.
Além de Rubinho, integraram a Comissão Parlamentar de Inquérito os parlamentares: Kenji Ito (PODE) – vice-presidente, Lucas Pavanato (PL) – relator, Amanda Paschoal (PSOL), Cris Monteiro (NOVO), Luna Zarattini (PT) e Sargento Nantes (PP).
O encerramento dos trabalhos aconteceu em 1° de abril. Na ocasião, foi apresentado o relatório final. O documento foi aprovado com cinco votos favoráveis e dois contrários – registrados pelas vereadoras Amanda Paschoal (PSOL) e Luna Zarattini (PT).
A relatoria apontou no documento falhas na gestão pública em torno de chamados para verificação da perturbação do sossego, contradições de alguns convocados e a ineficiência da Lei do Psiu (Programa Silêncio Urbano).
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