Artigo – São Paulo: Parar para sobreviver

Vereador Daniel Annenberg (PSDB)

A pandemia do coronavírus, que assola o mundo todo, já é considerada o maior trauma deste século. Bilhões de pessoas isoladas em suas casas, milhões de trabalhadores fora do local de trabalho, milhões de estudantes sem aula, ruas vazias, calçadas desertas, economia em crise, saúde em colapso.

O mundo inteiro, nos cinco continentes, está parando para preservar milhões de vidas. O Brasil e sua maior metrópole não são exceções. É parar para sobreviver. E se Nova York, a cidade que nunca dormia, agora hiberna, São Paulo também pode parar. Não há dúvida de que esta é a melhor forma de combater o vírus e reduzir seus efeitos.

É claro que só o isolamento não será suficiente, porque os efeitos colaterais da pandemia também precisam ser combatidos. E um dos mais graves é a paralisação da economia, que provoca o desemprego e desorganiza todo o sistema produtivo. União, Estados e prefeituras precisam assumir suas responsabilidades.

Na cidade de São Paulo, a prefeitura está investindo R$ 1,1 bilhão na área da Saúde e já desvinculou R$ 1,5 bilhão de 11 fundos municipais; garantiu o emprego de funcionários terceirizados; antecipou a entrega de 150 leitos de UTI no novo Hospital da Brasilândia; instalou  2 mil leitos em hospitais de campanha no Pacaembu e no Anhembi; adquiriu 100 mil testes para a Covid-19; e está investindo R$ 5,7 milhões para ajudar 2,3 mil catadores de recicláveis.

Na bancada do PSDB, destinamos R$ 10 milhões para os leitos do Anhembi e estamos apoiando todas as ações voltadas para a saúde, a assistência social e o emprego. A travessia está só começando e os desafios ainda são muitos, mas não há dúvida de que este é o melhor caminho: isolar a população, cuidar dos doentes e proteger os empregos. Faça a sua parte: fique em casa, lave as mãos e ajude quem precisa.

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