Orçamento 2016

Distribuição dos recursos

*Passe o mouse sobre o gráfico
Poder Executivo / Adm. Direta:
R$ 41.623.225.737,00
Poder Legislativo / Adm. Direta:
R$ 11.931.604.610,00
Poder Legislativo / Adm. Indireta:
R$ 852.470.000,00

Receita Total do Orçamento Fiscal:
R$ 54.407.300.347,00

Últimas Notícias

17/04 - 21h57

Ex-prefeita de Francisco Morato recebe Título de Cidadã Paulistana

[media-credit name=”Richard Lourenço / REDE CÂMARA SP” align=”none” width=”799″]Mulher segura diploma grande e sorri, homem ao lado aplaude. Fundo com mesa e brasão da Câmara Municipal de São Paulo. Ambiente interno iluminado, parede de mármore clara e cadeiras azuis. Cena nítida, tom solene e formal.[/media-credit]

Em Sessão Solene na noite desta sexta-feira (17/4), a Câmara Municipal de São Paulo entregou o Título de Cidadã Paulistana à Renata Sene. A honraria foi proposta pelo vereador André Santos (REPUBLICANOS)

“Em todo o tempo que eu a conheço, a vida dela tem sido dedicada a cuidar de pessoas e promover o melhor para a cidade, inclusive aqui na cidade de São Paulo; Ela merece todas as homenagens”, disse André Santos.

Sobre a homenageada

A homenageada nasceu em maio de 1978, na cidade de Francisco Morato, Região Metropolitana de São Paulo, onde foi prefeita em 2016 e em 2020. Assistente social de formação e mestre em Desenvolvimento Regional, iniciou a trajetória na gestão pública em 2001.

Ao longo da carreira, Renata representou o Brasil na COP (Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas) de 2023 e participou de iniciativas da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre a Agenda 2030.

Atualmente, ela é presidente da Fundação Republicana Brasileira – mantenedora da Faculdade Republicana que oferece cursos gratuitos, ajudando na formação de cidadãos.

A nova cidadã paulistana recebeu a condecoração do Legislativo paulistano ao lado do marido, Marcelo Vieira, do filho, Gabriel Sene, e do pai dela, Jair Sene. 

O prefeito de Francisco Morato, Ildo da Silva Gusmão (REPUBLICANOS), o presidente da Câmara Municipal da cidade, vereador Rodrigo Marrone (PSD), além de outros parlamentares do interior do Estado também participaram das homenagens.

“A cidade de São Paulo sempre foi reflexo de desenvolvimento para nós. Saímos de nossas cidades metropolitanas em busca de emprego, de qualidade de vida e de referência de universidades. Esse título mostra o quanto isso tudo é importante e o quanto a cidade de Francisco Morato – da qual eu sou filha – nos conecta”, disse Renata.

Confira abaixo como foi a Sessão Solene.

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=DaXM_S0UMLY[/embedyt]

16/04 - 22h02

Câmara Municipal concede Medalha Anchieta e Diploma de Gratidão ao ex-ouvidor Claudinho Silva

[media-credit name=”Richard Lourenço | REDE CÂMARA SP” align=”none” width=”800″]Foto de grupo com sete pessoas em pé. Homem ao centro segura diploma e medalha; duas mulheres com buquês; criança à frente. Ao fundo, mesa com autoridades e moldura dourada. Ambiente interno, iluminação clara e clima cerimonial.[/media-credit]

Por iniciativa da liderança do PT, a Câmara Municipal concedeu na noite desta quinta-feira (16/4) a Medalha Anchieta e o Diploma de Gratidão da cidade de São Paulo ao ex-ouvidor Claudio Aparecido Silva – conhecido como Claudinho. A Sessão Solene de entrega da honraria, que reconhece as ações e os trabalhos prestados aos cidadãos paulistanos, foi presidida pelo vereador Hélio Rodrigues (PT), que também é presidente do Diretório Municipal de São Paulo.

“É um prazer e uma alegria muito grande poder presidir essa sessão em homenagem ao Claudinho, que foi ouvidor da Polícia Militar e teve um papel importantíssimo para o Estado de São Paulo. Ter essa trajetória e a sua luta em defesa dos direitos humanos reconhecida pela Câmara Municipal é fundamental. Uma homenagem como essa, encaminhada pelos nossos vereadores Jair Tatto e Arselino Tatto, incorporado pela nossa bancada, me deixa muito feliz”, destacou o vereador Hélio Rodrigues.

Nascido e criado na Favela Monte Azul, no Jardim Santo Antônio, na zona sul da capital, Claudinho construiu uma trajetória marcada por adversidades e superação. Filiado ao PT (Partido dos Trabalhadores), foi candidato a deputado estadual, obtendo mais de 7 mil votos. De 2015 a 2016, exerceu o cargo de coordenador de Políticas para a Juventude da Prefeitura de São Paulo, durante a gestão do então prefeito Fernando Haddad. Posteriormente, entre 2019 e 2021, coordenou o SOS Racismo da Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo).

Em 2023, foi empossado como ouvidor das polícias do Estado de São Paulo, função que desempenhou por dois anos, consolidando sua atuação na defesa dos direitos humanos e na promoção do diálogo entre a sociedade civil e as forças de segurança pública.

Para ele, a concessão da Medalha Anchieta e do Diploma de Gratidão representa o reconhecimento institucional de uma trajetória dedicada à inclusão social, ao enfrentamento do racismo e à construção de uma política de segurança pública mais humana e democrática.

“Para mim é uma honra imensa estar sendo homenageado pela Câmara Municipal de São Paulo, o maior parlamento municipal da América Latina. Estou muito feliz e muito emocionado. Acho que isso coroa um ativismo político por justiça social, direitos humanos, respeito à vida principalmente, mas acima de tudo, pela valorização do ser humano que é muito relevante e a gente precisa estar atento a isso”, celebrou o homenageado.

A íntegra da Sessão Solene pode ser conferida no vídeo abaixo:

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=0s8XKxH3LGM[/embedyt]

11/04 - 20h08

Vereadores debatem obra do piscinão do Capão Redondo com a população

[media-credit name=”Richard Lourenço | REDE CÂMARA SP” align=”alignnone” width=”709″]Foto de audiência pública com mesa de sete pessoas em frente a plateia. Fundo azul com logotipo da Câmara. Ambiente interno iluminado, público sentado em cadeiras brancas. Texto: “Comissão de Finanças e Orçamento”.[/media-credit]

A Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara Municipal de São Paulo realizou, neste sábado (11/4), uma audiência pública na escola Luiz Tenório de Brito para discutir o estágio atual das obras de implantação do piscinão do Capão Redondo, na zona sul da capital. O debate atendeu a um requerimento do vereador Alessandro Guedes (PT), que questiona o cronograma do empreendimento.

No documento que motivou o encontro, o parlamentar destacou que “o contrato para a construção do piscinão foi assinado em 23 de dezembro de 2015, com investimentos iniciais de R$179 milhões”. Embora a previsão inicial de entrega fosse de 36 meses, as intervenções seguem inacabadas. 

A discussão contou com a presença de representantes da Subprefeitura do Campo Limpo, munícipes, lideranças comunitárias e entidades sindicais.

Participação popular 

A audiência abriu espaço para manifestação popular. Moradores inscritos para falar expressaram preocupação com os transtornos causados pelo adiamento da obra. A advogada Poliana Borges dos Santos, residente no Jardim Comercial, relatou que a estrutura, da forma como se encontra, tem agravado os problemas locais.

“A nossa percepção é que as obras não são pensadas para mitigar os danos da região, pelo menos nas proximidades. O que ocorre é que antes havia, sim, alagamentos, mas não na proporção que começou a ter após o piscinão. Para as pessoas do entorno, na visão popular, esse piscinão é mais um problema do que uma solução”, argumentou a moradora.

Adélio Villalba, presidente da Pastoral da Moradia e Favela da Diocese de Campo Limpo, enfatizou que o problema envolve um conjunto de intervenções necessárias.

“Estamos vendo que a problemática não é só o atraso do piscinão, é algo bem maior. Não dá, por exemplo, para falar da problemática desta obra sem falar da canalização dos córregos da região. Isso traz outros problemas para a questão da moradia; gente que mora debaixo do córrego e, a cada enchente, a cada chuva, fica enfrentando uma situação muito complicada, perdendo chuva e bens, perdemos até vidas”, pontuou Villalba.

Em janeiro deste ano, um casal de idosos faleceu após o carro em que estavam ser levado por uma enxurrada.

Representantes da Prefeitura

Representando a Prefeitura, o coordenador de obras da Subprefeitura do Campo Limpo, Marcos Ribeiro Spinola, compareceu em substituição ao secretário municipal de Infraestrutura e Obras, Marcos Monteiro. Segundo Spinola, a previsão atual é que a operação seja finalizada em dezembro de 2026.

“O próprio secretário de Infraestrutura e Obras comentou que o contrato tem três etapas: a canalização do córrego dos Brancos, que já está praticamente concluída; o piscinão; e a ampliação da Avenida Carlos Correia Filho. Tudo isso faz parte do mesmo contrato, gerido pela Secretaria de Obras. De acordo com o secretário, a entrega do piscinão deve ocorrer até o fim deste ano de 2026”, informou o coordenador.

Spinola ressaltou ainda que, embora a fiscalização direta da obra caiba à Secretaria de Infraestrutura e Obras (SIURB), a subprefeitura atua na interlocução com a comunidade e no suporte à gestão dos bairros.

Vereadores

O presidente da Comissão de Finanças, vereador João Ananias (PT), classificou o atraso como uma omissão do Poder Público, destacando que o projeto já possuía recursos previstos em gestões anteriores.

“Essa obra era para ter sido implantada em 2015, e tinha que ter diminuído os problemas que a população tem por aqui, inclusive mortes. Então, era importante que essa obra fosse feita lá em 2015, já tinha sido aprovada pelo então prefeito Fernando Haddad, tinha todo um dinheiro para o ano de 2016, mas, infelizmente, houve uma omissão do município da cidade de São Paulo”, declarou o parlamentar.

O parlamentar também explicou os próximos passos que serão tomados após a realização da audiência.

“Após realmente ouvir a população, vimos que tem um conselho que atua bastante nessa região aqui, e a partir de agora, vamos montar um relatório, cobrar a Prefeitura da Cidade de São Paulo, para concluir essa obra que é tão importante para a população aqui do Capão Redondo”, disse o parlamentar.

O vereador Hélio Rodrigues (PT), que também participou da audiência, reforçou que a situação não deve ser politizada.

“Esses acontecimentos não podem ser palco político para ninguém. Essa obra teve um período para ser projetada e não foi executada. Essa audiência pública exige que a prefeitura conclua a obra, porque ela afeta diretamente uma região muito importante aqui da nossa cidade”. 

Já o vereador Dheison Silva (PT) sugeriu a convocação formal dos responsáveis pela pasta de obras para prestar esclarecimentos detalhados a Comissão.

“Quem tinha que estar aqui era a secretaria responsável, ela que toca essa obra, e não a subprefeitura. Gostaria de sugerir que pudéssemos convocar a Secretaria de Obras para vir dar explicações. Os vereadores estão fazendo o papel de cobrar e fiscalizar. Quando que a prefeitura vai fazer o trabalho dela, que é executar?”, questionou.

A audiência foi conduzida pelo vereador João Ananias (PT), presidente da Comissão. Também participaram do debate os parlamentares, Dheison Silva (PT) e Hélio Rodrigues (PT).

Clique aqui para conferir a Audiência Pública na íntegra.