A Comissão de Finanças e Orçamento realizou, nesta terça-feira (20/10), reunião extraordinária para discutir irregularidades na Operação Urbana Água Branca. Rubens Chammas, diretor de desenvolvimento e intervenções urbanas da Emurb (Empresa Municipal de Urbanização) foi ouvido pelos vereadores. A Operação Urbana Água Branca foi aprovada em 1995 pela Câmara e abrange parte dos bairros da Água Branca, Perdizes e Barra Funda. O objetivo é promover o desenvolvimento urbano e melhorar a qualidade de vida dos moradores da área, promovendo a valorização da paisagem urbana e a melhoria da infra-estrutura. “Até hoje a região não ganhou nada. Só trânsito e enchente”, criticou o vereador Paulo Frange (PTB), que desde o início do seu primeiro mandado, em 1997, se preocupa com os desdobramentos da Operação.
Rubens Chammas afirmou que inicialmente houve dificuldade em se conseguir investimentos da iniciativa privada. “A lei da Operação Urbana previa uma série de intervenções no sistema viário, sistema de drenagem e habitação social e estamos agora perseguindo isso. O principio base de uma Operação Urbana é que ela arrecade o suficiente para contratar projetos, algumas consultorias e as obras. Porém, só conseguimos recursos a partir de 2006 para a realização das propostas porque a iniciativa privada começou a “ descobrir” aquela região”, justificou Chammas.
Os vereadores desejam que a Emurb encaminhe um novo projeto de lei adequando a Operação Urbana Água Branca a novas determinações como o Estatuto das Cidades e o Plano Diretor Estratégico, além da participação popular nas decisões e da realização de estudos dos impactos ambientais.
Também participaram da reunião os vereadores Aurélio Miguel (PR), Arselino Tatto (PT), Wadih Mutran (PP) (presidente), Floriano Pesaro (PSDB) e Donato (PT).
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Vereadores querem que a lei da Operação Urbana Água Branca seja readequada
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