Setembro Verde: A família como porta-voz do doador 

BEATRIZ DAMASCENO
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Comunicar o desejo de ser um doador de órgãos para família é a única forma de se tornar um doador de órgãos (falecido). Não é necessário deixar um documento, vídeo ou qualquer outra espécie de prova social. É somente necessário avisar verbalmente sua decisão e contar com a sua família como porta-voz.

Segundo a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, todos os hospitais municipais possibilitam a permissão para que a doação seja realizada. O processo de doação é feito quando a família informa o desejo do paciente ao médico responsável, que deve entrar em contato com a Central de Regulação de Captação de Órgãos.

A equipe de transplante envia à unidade de saúde, uma interlocutora que orienta a família no processo de doação. Com a autorização, a equipe de captação é direcionada para o local e a captação de órgãos é realizada. Não há custo para família que autorizar a doação de órgãos, nem recompensa monetária. Mas, é possível tornar o ente querido um herói, salvando vidas.

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