Em busca de encontrar soluções para os problemas relacionados a proteção animal no município de São Paulo, a Comissão de estudos ouviu, nesta quarta-feira(24/06), as medidas do governo da capital paranaense para resolver essas questões. Em abril de 2009, a prefeitura de Curitiba lançou a Rede de Defesa e Proteção Animal que tem por objetivo desenvolver campanhas para incentivar a guarda responsável, criar um Sistema de Informações e Identificação Animal ( SIA) e aplicar microchips gratuitamente para monitorar os bichos sob a responsabilidade de seus donos. Animais de qualquer espécie deverão ser microchipados.
A Rede envolve uma série de instituições como a Anclivepa-PR (Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais ), a UFPR, o Comupa (Conselho Municipal Proteção Animal) e as entidades protetoras. “O desafio é realizar ações coordenadas e promover a comunicação entre as partes”, afirmou Marcos Traad, zootecnista e coordenador do programa.
O fato de o projeto não priorizar a castração em massa gerou polêmica entre os participantes. Eles afirmam que esta é uma ação aconselhada pela Organização Mundial da Saúde. Traad justificou: “para obter resultados satisfatórios, a castração tem que ser ampla e constante porque os animais se reproduzem rapidamente o que exigiria muitos recursos. Esse procedimento só será realizado em casos específicos como o controle populacional em áreas carentes, por exemplo”.
Selma Mandruca coordenadora nacional da GAP-Brasil (Grupo de apoio aos primatas) falou do drama dos animais em circo – maus tratos, segurança e saúde pública. O GAP é um santuário que abriga animais (sobretudo chipanzés) oriundos de circos e zoológicos.
A Comissão é presidida pelo vereador Roberto Tripoli(PV) e composta pelos vereadores Aurélio Miguel(PR), Gilberto Natalini(PSDB) e Atílio Francisco(PRB).
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Curitiba apresenta sua Rede de Defesa e Proteção Animal na Câmara
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