Covid-19: Capital antecipa para sexta vacinação de pessoas com 25 anos; munícipes com 27 anos serão vacinados quarta

DANIEL MONTEIRO
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A vacinação contra a Covid-19 de munícipes com 25 anos foi antecipada para a próxima sexta-feira (6/8) na capital paulista. A informação foi dada em coletiva virtual realizada pela Prefeitura paulistana nesta terça-feira (3/8), que contou com a participação do presidente da Câmara Municipal de São Paulo, vereador Milton Leite (DEM).

Com isso, o município acrescenta ao cronograma de vacinação mais uma faixa etária a ser imunizada nesta semana, uma vez que munícipes de 27 anos serão vacinados nesta quarta-feira (4/8), enquanto aqueles com 26 anos receberão o imunizante contra a Covid-19 na quinta-feira (5/8).

Importante destacar que, no ato da vacinação, é obrigatório apresentar documentos pessoais de identificação, preferencialmente CPF e cartão SUS, além de um comprovante de residência no município de São Paulo, que pode ser tanto impresso quanto digital. Se estiver em nome de outra pessoa, é necessário comprovar o parentesco com documentos.

Além disso, com objetivo de evitar longas filas de espera e aglomerações, é indicado acessar o site De Olho na Fila, que mostra como está a movimentação de pessoas nos postos de vacinação da capital.

Também é recomendado o preenchimento do pré-cadastro no site Vacina Já, que agiliza o tempo de atendimento na unidade de referência. Para isso, basta fornecer alguns dados como nome completo, CPF, endereço, telefone e data de nascimento.

Todos os endereços dos postos de vacinação e todas as informações sobre a campanha de imunização contra a Covid-19 na capital estão disponíveis na página Vacina Sampa.

Mais sobre o novo coronavírus 1

De acordo com o boletim diário mais recente publicado pela Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo sobre a pandemia do novo coronavírus, nesta terça (3/8), a capital paulista totalizava 35.451 vítimas da Covid-19. Havia, ainda, 1.359.908 casos confirmados de infecções pelo novo coronavírus.

Abaixo, gráfico detalhado sobre os índices da Covid-19 na cidade de São Paulo.

Prefeitura de SP

Em relação ao sistema público de saúde, os dados mais recentes mostram que a taxa de ocupação de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) destinados ao atendimento de pacientes com Covid-19 na região metropolitana de São Paulo, nesta terça (3/8), é de 44,5%.

Já na última segunda (2/8), o índice de isolamento social na cidade de São Paulo foi de 37%. A medida é considerada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e autoridades sanitárias a principal forma de contenção da pandemia do novo coronavírus.

A aferição do isolamento é feita pelo Sistema de Monitoramento Inteligente do Governo de São Paulo, que utiliza dados fornecidos por empresas de telefonia para medir o deslocamento da população e a adesão às medidas estabelecidas pela quarentena no Estado.

Ações e Atitudes

Cinco moléculas que se ligam à principal proteína do novo coronavírus, a MPro, essencial para a atividade do vírus causador da Covid-19, foram descobertas por pesquisadores do IFSC (Instituto de Física de São Carlos) da USP (Universidade de São Paulo).

Realizados em laboratório com amostras reais, os estudos buscam entender como essas substâncias se ligam às proteínas e qual seu mecanismo de ação no vírus. Os resultados poderão servir de base para a futura criação de compostos contra o novo coronavírus, impedindo sua multiplicação, para serem usados em medicamentos.

A pesquisa focou na principal proteína do coronavírus, a Mpro. Também chamada de 3CLpro, essa proteína é responsável por cortar a poliproteína do novo coronavírus em várias proteínas ativas, um processo essencial para a atividade do vírus.

Inicialmente, os pesquisadores procuraram identificar pequenas moléculas que se ligam a diversas regiões da proteína Mpro, incluindo seu sítio ativo. O foco era a possibilidade de uma delas bloquear as funções dessa proteína, impedindo o vírus de completar seu ciclo. Ao todo, o estudo identificou cinco moléculas que realizaram essa ligação. O próximo passo é analisar essas moléculas para entender seus efeitos na proteína e no vírus.

De acordo com os autores do estudo, os compostos identificados servem como guias para compreender quais modos de ligação são aceitos pela Mpro. Entendendo o processo, será possível desenhar compostos mais eficientes contra o vírus, que, eventualmente, podem ser desenvolvidos em medicamentos.

*Ouça aqui a versão podcast do boletim Coronavírus

*Este conteúdo e outros conteúdos especiais podem se conferidos no hotsite Coronavírus

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