Os estragos causados pelos temporais que caem há semanas no Município mais uma vez ocuparam a atenção dos vereadores que utilizaram da palavra na sessão ordinária desta quinta-feira (04/02), no Plenário Primeiro de Maio. Conheça os temas abordados:
Adilson Amadeu (PTB) protestou contra a falta de informações a respeito dos serviços de manutenção na cidade e explicou as razões dos engarrafamentos em São Paulo.
Alfredinho (PT) se queixou da falta de ações de emergência de limpeza e contra as enchentes. “Não adianta a Situação vir dizer que nós, da Oposição, estamos querendo debater as eleições. Por isso que a CPI do Rio Tietê cabe sim a esta Casa, porque ele está na cidade.”
Arselino Tatto (PT) falou de desvio de recursos para resolver o problema da calha do Rio Tietê, das inundações e do aumento da criminalidade.
Carlos Alberto Bezerra Jr. (PSDB) ressaltou que o problema das enchentes não diz respeito apenas à atual gestão, tratou da “opção cultural” do Município pela impermeabilização e que “mais de 90%” dela está impermeabilizada.
Chico Macena (PT) comentou realidade da impermeabilização na cidade, do aumento da calha do Tietê e salientou que debate dessa natureza não é eleitoreiro.
Claudinho (PSDB) abordou sua atuação junto ao poder público para minimizar os estragos causados pelos temporais. “Temos nos Municípios vizinhos notícias de situações catastróficas como a de São Paulo. Temos que arregaçar as mangas. Fica aqui o nosso reconhecimento ao esforço que o governo tem feito e nós vamos continuar cobrando.”
Claudio Fonseca (PPS) ressaltou que prefeitos não são “desleixados” no enfrentamento do problema dos alagamentos e que os vereadores também têm responsabilidade no problema.
Dalton Silvano (PSDB) criticou pronunciamentos da Oposição como sendo de cunho eleitoral e visando o pleito presidencial.
Francisco Chagas (PT), em comunicado de liderança, criticou inundações, falta de resposta da administração municipal ao problema e criticou aumento da calha do Tietê.
Jooji Hato (PMDB), em comunicado de liderança, discutiu alternativas para resolver o drama das enchentes e lamentou mortes e prejuízos decorrentes. “Eu não vi ação de nenhum prefeito. Nós precisamos tomar medidas. No quintal da minha casa, eu não tenho concreto nenhum. Se todos fizermos isso, vamos minorar as enchentes.”
Jamil Murad (PCdoB), em comunicado de liderança, observou que dinheiro aplicado no mercado financeiro poderia ser utilizado para enfrentar problema dos estragos provocados pelas fortes chuvas. “A ciência e a engenharia se desenvolveram muito de 50 para cá. A areia que é levada pelas chuvas ao Tietê precisa ser removida. É muita inépcia, é muito descompromisso.”
Domingos Dissei (DEM), em comunicado de liderança, lembrou que o problema da moradia, sobretudo das vítimas de enchentes que moram em áreas de risco, é muito complicado de ser equacionado.
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Áreas em calamidade pública: vereadores passam estragos a limpo
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