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Biografia

Única mulher da bancada do PT na Câmara Municipal de São Paulo, Juliana Cardoso é de origem indígena. Nasceu e foi criada na periferia da Zona Leste. Iniciou sua militância nas Comunidades Eclesiais de Base, na Pastoral da Juventude. Atualmente exerce seu terceiro mandato, que se consolidou como instrumento da luta dos movimentos sociais e sindicais. Seu trabalho cotidiano é pautado pelas lutas das trabalhadoras e dos trabalhadores.

O mandato de Juliana Cardoso tem atuação no fortalecimento do SUS, na luta por moradia digna, na defesa dos direitos das mulheres, por exemplo. Além disso, está voltado à inclusão cidadã da população LGBT, no movimento pelo parto humanizado, pela defesa dos diretos das crianças e adolescentes e pela luta contra o extermínio da juventude negra, pobre e periférica.

Também são marcas do mandato a luta pela educação pública de qualidade, o acesso à saúde pública, cultura e serviços de assistência social. Juliana Cardoso enfrenta com resistência esta difícil conjuntura política. O País é governado por golpistas, que agem contra a classe trabalhadora. Assim, vão se retirando direitos – como as reformas previdenciária e trabalhista, por exemplo.

Juliana Cardoso e a oposição ao Executivo

Seu mandato popular se opõe a gestão do prefeito Bruno Covas, sucessor e executor do desmonte das politicas públicas de Dória. São gestores da elite, que são contra os avanços que ocorreram em nossa cidade. Uma gestão que já suspendeu parte do transporte escolar gratuito, cortou grande parcela da entrega do leite às crianças. E mais: que fechou importantes serviços de assistência social, que sucateou o SAMU e ainda pretende privatizar o SUS.

Além disso, quer e vender a cidade com ações higienistas contra a população de rua e vítimas da drogadição. Juliana continua na luta e na resistência para que a periferia e os movimentos populares continuem tendo voz ativa na Câmara Municipal de São Paulo.

A trajetória como vereadora, contudo, segue comprometida no combate em várias frentes por uma sociedade mais igualitária. Nas ruas e nos espaços institucionais, o mandato se transformou na voz dos que não têm voz e nem vez.