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Biografia

Aurélio Nomura (PSDB) foi reeleito vereador em 2016 com 41.954 votos, conquistando sua sexta legislatura. Além disso, foi escolhido pelo prefeito João Doria para ser o líder do Governo na Câmara Municipal de São Paulo.

É advogado, filho do destacado e respeitado deputado (federal e estadual) de São Paulo, o saudoso Diogo Nomura. O vereador foi por cinco vezes aprovado nas urnas com expressiva votação. Isso mostra, certamente, a confiança dos eleitores de todas as comunidades por seu trabalho, honestidade, dignidade, seriedade e atuação transparente.

Atualmente, ocupa o cargo de presidente da Comissão de Constituição e Justiça (gestão 2018). Nos últimos anos ocupou a função de líder do governo, indicado pelo prefeito João Doria. E também foi membro da Comissão de Finanças e Orçamento. Assumiu a presidência da Subcomissão do Primeiro Emprego, que apura as condições de trabalho dos jovens e adolescentes nas empresas de fast-food. Também foi presidente da Subcomissão da Sampaprev/Iprem, que debate a criação sem necessidade de mais uma empresa pela Prefeitura. E, ainda, foi relator da Subcomissão sobre os Moradores em Situação de Rua. Essa subcomissão averigua as condições enfrentadas por essa população, por exemplo.

O vereador Aurélio Nomura é autor de leis que beneficiam e garantem os direitos da população. Isso contribui para a melhoria da qualidade de vida em São Paulo.

Aurélio Nomura em atividade
Em seu histórico parlamentar, Aurélio Nomura já apresentou mais de 400 projetos de Lei. Seu trabalho, acima de tudo, tem como prioridade a melhoria da educação, saúde, mobilidade urbana e do transporte, além de mais moradias e lazer, geração de emprego e preservação do meio ambiente.

Durante a legislatura (2013-2016), apresentou mais de 300 requerimentos ao Prefeito e autoridades cobrando providências urgentes, convocando dirigentes e representantes para comparecerem às audiências e dar explicações sobre decisões tomadas; criticando as ações e denunciado eventuais irregularidades. Numa delas, com benefícios à população, fez com que a Prefeitura voltasse atrás na decisão de aumentar a taxa de inspeção veicular e reduzisse o valor, após intenso trabalho de questionamento na Câmara Municipal.

Iniciou a carreira política como vereador de São Paulo na Legislatura 1993-1996, tornando-se 2º Secretário da Mesa; Em seguida, foi presidente da Comissão de Constituição e Justiça e vice-líder da bancada. Também presidiu a CPI da Merenda Escolar e foi o representante da Câmara Municipal de São Paulo no Convênio Cidades-Irmãs São Paulo-Osaka.

Foi reeleito para a Legislatura 1997-2000, tornando-se líder da bancada e vice-presidente da Comissão de Gastronomia e Turismo. Nesse período, presidiu por quase três anos consecutivos a Comissão de Política Urbana, Metropolitana e Meio Ambiente. Como relator desta comissão, foi responsável pela revisão do Plano Diretor da cidade de São Paulo. Atuou, ainda, como representante da Câmara Municipal de São Paulo na Comissão Executiva do Procentro – Programa de Reabilitação da Área Central da Cidade, que tem o objetivo de promover a revitalização do Centro antigo da cidade.

Nomeação
Em 2001, foi nomeado Secretário-Adjunto da Secretaria Estadual da Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico, sendo o responsável da Pasta pela implantação da primeira faculdade pública da Zona Leste – a Fatec AE Carvalho.

Posteriormente, foi reeleito para o terceiro mandato em 2004 (Legislatura 2005-2008). Mais tarde, em 2011, voltou à Câmara Municipal pela quarta vez, assumindo a vice-presidência da Comissão de Trânsito, Transporte, Atividade Econômica, Turismo, Lazer e Gastronomia.

Legislatura atual
Entre suas propostas de trabalho para a atual Legislatura (2017-2020) estão por exemplo:

• Implantação de um anel hidroviário em torno da Região Metropolitana de São Paulo. A obra visa uma solução viável para muitos problemas da cidade como enchentes e congestionamentos.

• Transformação das atuais Subprefeituras em Prefeituras Distritais, que seriam dotadas de toda infraestrutura e com mais autonomia para que possam atrair investimentos e gerar empregos locais.

• Adoção de um plano de mobilidade urbana com o objetivo de privilegiar o transporte público em detrimento do individual.

• Discussão da questão do Termo de Outorga de Água do Sistema Cantareira, que precisa ser renovado em 2014. Sem o termo, o abastecimento de água de metade dos habitantes da Região Metropolitana de São Paulo entrará em colapso.

• Reforço na luta para a implementação da Edificação Sustentável, tratado no Projeto de Lei de sua autoria. O projeto determina que toda construção tem de ser projetada, construída e mantida dentro dos princípios de sustentabilidade, com baixo índice de consumo de água e energia, por exemplo.