Máscaras

O uso da máscara contra a Covid-19

A OMS (Organização Mundial da Saúde) faz algumas recomendações para o uso racional de máscaras. As máscaras cirúrgicas ou a N95, segundo a OMS, devem ser utilizadas apenas por profissionais da saúde ou por quem estiver cuidando de alguém com suspeita de coronavírus.

Em seu guia técnico provisório intitulado “Orientação sobre o uso de máscaras no contexto da Covid-19”, a OMS lembra que o uso de máscaras caseiras por pessoas saudáveis não tem comprovação científica de que possa impedir a infecção de vírus respiratórios, como o novo coronavírus.

No entanto, o órgão ressalta que seu uso tem caráter preventivo no período pré-sintomático. Entre os riscos potenciais estão a auto-contaminação, que pode ocorrer quando a pessoa toca e reutiliza uma máscara contaminada; possíveis dificuldades respiratórias; falsa sensação de segurança, levando a uma possível menor adesão a outras medidas preventivas, como distanciamento físico e higiene das mãos; entre outros.

MANUSEIO CORRETO

Para qualquer tipo de máscara, o uso e descarte apropriado são fundamentais para garantir sua efetividade, e evitar qualquer aumento na transmissão. As informações a seguir sobre o uso correto de máscaras são adotadas normalmente em serviços de saúde:

  • Coloque a máscara cuidadosamente, certificando-se de que ela cubra a boca e o nariz, e amarre-a firmemente para minimizar qualquer folga entre o rosto e a máscara;
  • Evite tocá-la, quando estiver usando;
  • Retire a máscara usando a técnica apropriada: não toque a parte da frente da máscara, desamarre-a na parte de trás;
  • Após a remoção ou toda vez que uma máscara for tocada inadvertidamente, limpe as mãos usando álcool gel ou água e sabão se as mãos estiverem visivelmente sujas;
  • Troque a máscara assim que ficar úmida por uma máscara limpa e seca;
  • Não reutilize máscaras de uso único;
  • Descarte as máscaras de uso único após a utilização, e jogue-as fora imediatamente após removê-las;
  • No caso das máscaras caseiras, para higienizar, use sabão ou água sanitária deixando de molho por cerca de 20 minutos;

Coronavírus: Como produzir sua máscara

No início da pandemia do novo coronavírus no Brasil, que registrou o primeiro caso em fevereiro de 2020, ainda não havia consenso se toda a população deveria utilizar máscaras de proteção ou se a recomendação valia apenas para casos suspeitos e confirmados. O fato é que, diante da crescente evolução da doença, a orientação do Ministério da Saúde é que o uso de máscaras seja feito por todos.

De acordo com nota oficial divulgada pelo órgão em março de 2020, pesquisas têm apontado a eficiência de máscaras caseiras para a prevenção ao coronavírus. Elas funcionam como uma barreira física e impedem que gotículas expelidas no nariz ou da boca do indivíduo sejam disseminadas no ambiente. Dessa forma, o uso de máscaras contribui para diminuir casos de Covid-19 e auxilia a mudança de comportamento da população, já que essa não pode ser uma medida isolada.

Para garantir que a máscara funcione como uma proteção adicional é importante usá-la corretamente, cobrindo nariz e queixo, e evitando tocar rosto. Também é necessário seguir as regras de distanciamento social, etiqueta respiratória e higienização das mãos, lavando sempre com água, sabão e utilizando álcool em gel.

Por recomendação do Ministério da Saúde, as máscaras cirúrgicas e N95/PFF2 devem ser priorizadas para os profissionais de saúde, já que são eles que estão na linha de frente de combate à doença e, portanto, estão em locais com grande exposição ao coronavírus. Diante da falta do produto no mercado, a orientação do órgão é que a população produza suas próprias máscaras caseiras, assegurando que o tecido tenha boa capacidade de filtragem de partículas.

VEJA AGORA O PASSO A PASSO

Em nota técnica, o Ministério da Saúde aderiu e reforçou a iniciativa organizada pela sociedade, chamada “Máscara para Todos” (#Masks4All). Além do manual, é importante se atentar a algumas orientações antes de começar a confecção do acessório:

  • É preciso ter, pelo menos, duas camadas de pano;
  • Pode ser feita em tecido de algodão, tricoline, TNT ou outros tecidos, desde que desenhadas e higienizadas corretamente. Os tecidos mais recomendados para utilização, em ordem de capacidade de filtragem de partículas virais são: fronhas de tecido antimicrobiano; tecido de algodão (como camisetas 100% algodão); cotton (composto de poliéster 55% e algodão 45%); tecido de saco de aspirador;
  • Deve ser feita nas medidas corretas, cobrindo totalmente boca e nariz. Precisa estar bem ajustada ao rosto, sem deixar espaços nas laterais;
  • É importante que tenha elásticos ou tiras para amarrar acima das orelhas e abaixo da nuca;
  • O seu uso é individual, não podendo ser compartilhada com ninguém;
  • Deve ser lavada pelo próprio usuário, com sabão ou água sanitária, deixando de molho por cerca de 20 minutos;
  • Utilize-a, no máximo, por duas horas. Depois desse tempo, substitua por outra;
  • Sempre que precisar sair de casa, leve uma reserva e uma sacola para guardar a máscara suja, quando precisar trocar.

MODELO 1: COM UMA CAMISETA

Como fazer uma máscara
Fonte: Masks4All

  • Corte a camiseta em espessura dupla, usando como base as marcações indicadas na figura; ou recortes de tecidos com metragem de 21 e 34 cm e com utilização de elásticos;
  • Faça um ponto de segurança na parte inferior (para segurar ambas partes);
  • 3 e 4. Insira um papel entre as camadas;
  • 5 e 6. Amarre a alça superior ao redor do pescoço, passando por cima das orelhas. Amarre a alça inferior na direção do topo da cabeça.

MODELO 2: COM COSTURA E ELÁSTICO

1. Separe o tecido que tenha disponível, se possível, dê preferência a tecidos de algodão, tricoline, cotton e TNT;

2. Faça um molde em papel de forma no qual o tamanho da máscara permita cobrir a boca e nariz, 21 cm de altura e 34 cm de largura;

3. Faça a máscara usando duplo tecido;

4. Prenda e costure na extremidade da máscara um elástico, ou amarras.

Veja o passo a passo no vídeo abaixo.

MODELO 3: SEM COSTURA E COM DOIS ELÁSTICOS

Outra opção é fazer a máscara caseira usando apenas um lenço e dois elásticos. Veja abaixo o passo a passo neste vídeo produzido pelo Ministério da Saúde:

Fontes: Ministério da Saúde e Masks4All

MÁSCARAS: ERROS MAIS COMUNS NO USO E COMO FAZER O DESCARTE CORRETO

Raras no início da pandemia, as máscaras fazem agora parte do nosso cotidiano. No entanto, para que elas sejam de fato uma forma de prevenção ao novo coronavírus, é preciso usar de forma correta. Veja no infográfico abaixo os erros mais comuns:

Infográfico sobre o uso de máscaras

É bom ressaltar que, por ser um possível foco de contaminação, a máscara não pode ser jogada de qualquer jeito no lixo. Segundo a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, é preciso utilizar dois saquinhos plásticos (um dentro do outro). Após retirar a máscara, segurando pelo elástico, coloque-a dentro e amarre bem.

ÓCULOS: COMO SE PROTEGER COM A MÁSCARA SEM EMBAÇAR AS LENTES

Quem usa óculos sabe bem. Basta colocar a máscara para as lentes ficarem embaçadas. Isso ocorre porque o ar aquecido da respiração escapa pela parte superior e, ao entrar em contato com a superfície fria das lentes, deixa tudo embaçado. Mas é possível se livrar do incômodo com algumas dicas simples:

  • Deixe o elástico que prende a máscara bem ajustado. Isso deve impedir que a máscara fique com folgas e o ar quente escape pela parte de cima;
  • cole a parte superior da máscara ao nariz com uma fita adesiva médica ou um curativo adesivo;
  • lave as lentes com água e sabão e deixe secar ao ar livre ou com um lenço um pouco antes de usar a máscara. Se não for possível lavar, utilize produtos que já existem no mercado com lenços antiembaçantes;
  • eleve a máscara e a posicione embaixo da armação. A eficiência dessa dica dependerá do modelo e do tamanho da armação. O reposicionamento não deve deixar o queixo descoberto.

É importante lembrar que os óculos também constituem uma barreira de proteção contra o novo coronavírus, pois protegem os olhos. Para que não se transformem em fontes de contágio devem ser lavados com água e sabão pelo menos uma vez por dia.

Máscaras: Camadas, formatos e melhores materiais, segundo a OMS

A OMS (Organização Mundial da Saúde) atualizou, em junho de 2020, suas recomendações sobre o uso de máscaras durante a pandemia. Sobre as máscaras não-cirúrgicas, a organização trouxe novas diretrizes com foco no material e na forma de confecção das máscaras, que agora devem ter três camadas e uma combinação de tecidos, além de alertar sobre o uso de revestimentos.

ESCOLHA DE MATERIAIS

Em sua publicação, a OMS explica que a eficiência de filtração depende da abertura da trama, do diâmetro da fibra ou fio e, no caso de materiais não tecidos, do processo de fabricação (fiação contínua, fusão por sopro, carga eletrostática). A filtração dos tecidos de pano e máscaras varia entre 0,7% e 60%. Quanto maior a eficiência de filtração, maior a barreira proporcionada pelo tecido.

A respirabilidade é a diferença de pressão ao longo da máscara, medida em milibares (mbar) ou Pascais (Pa) ou, para uma área de máscara, por centímetro quadrado (mbar/cm2 ou PA/cm2). A respirabilidade aceitável para uma máscara cirúrgica é de menos de 49 Pa/cm2. Para máscaras não-cirúrgicas, ou caseiras, uma diferença de pressão aceitável, ao longo de toda a máscara, é de menos de 100 Pa.

Dependendo do tecido usado, a eficiência de filtração e a respirabilidade podem ser complementares ou antagonistas. Dados recentes indicam que duas camadas de tecido não tecido (TNT) de fiação contínua, o mesmo material usado para as camadas externas das máscaras cirúrgicas descartáveis, proporcionam filtração e respirabilidade adequadas. Máscaras de tecido de algodão vendidas no mercado, em geral, oferecem boa respirabilidade, mas baixa filtração.

O fator de qualidade do filtro, conhecido como “Q”, é um fator de qualidade de filtração frequentemente usado; trata-se de uma função da eficiência de filtração (filtração) e da respirabilidade, com valores maiores indicando uma melhor eficiência geral. A tabela abaixo mostra a FE (eficiência de filtração), a respirabilidade e o fator de qualidade do filtro, Q, de diversos tecidos e máscaras não-cirúrgicas. De acordo com um consenso de especialistas, o fator Q mínimo recomendado é 3 (três). Essa classificação serve apenas como um guia inicial.

Tabela.  Eficiência de filtração, diferença de pressão e fator de qualidade do filtro de máscaras não-cirúrgicas 
Material Fonte Estrutura Eficiência de Filtração Inicial (%) Diferença de Pressão Inicial (Pa) Fator de Qualidade do Filtro, Q ** (kPa-1)
Polipropileno Material de interface, adquirido na forma em que se encontra Fiação contínua (Não Tecido) 6 1,6 16,9
Algodão 1 Roupa (camiseta) Tecido 5 4,5 5,4
Algodão 2 Roupa (camiseta) Malha 21 14,5 7,4
Algodão 3 Roupa (suéter) Malha 26 17 7,6
Poliéster Roupa (sling para bebês) Malha 17 12,3 6,8
Celulose Lenço de papel Dupla camada 20 19 5,1
Celulose Toalha de papel Dupla camada 10 11 4,3
Seda Guardanapo Tecido 4 7,3 2,8
Algodão, gaze N/A Tecido 0,7 6,5 0,47
Algodão, lenço de pano N/A Tecido 1,1 9,8 0,48
Nylon Roupa (calça esportiva) Tecido 23 244 0,4
* Esta tabela refere-se apenas a materiais relatados em estudos experimentais revisados por pares. A eficiência de filtração, diferença de pressão e fator Q dependem da vazão, ** De acordo com o consenso de especialistas, o fator Q mínimo recomendado é 3 (três).

Em seu guia, a OMS não recomenda o uso de materiais elásticos. Esses materiais, segundo a organização, podem ficar esticados sobre o rosto, o que prejudica a eficiência de filtração durante o uso. Outro problema é que, com o tempo, os materiais elásticos podem se degradar e são sensíveis à lavagem em altas temperaturas.

QUANTIDADE DE CAMADAS

Dependendo do tecido usado, são necessárias pelo menos três camadas para máscaras não–cirúrgicas. A camada mais interna fica em contato com o rosto do usuário. A camada mais externa fica exposta ao ambiente. Os tecidos (por ex., misturas de nylon e 100% poliéster), quando dobrados em duas camadas, proporcionam uma eficiência de filtração 2 a 5 vezes maior quando comparada a uma única camada do mesmo tecido, e a eficiência de filtração aumenta 2 a 7 vezes quando dobrados em 4 camadas.

As máscaras feitas unicamente de lenços de algodão devem ter pelo menos 4 camadas, e alcançam uma eficiência de filtração de apenas 13%. Materiais muito porosos, como gaze, mesmo com várias camadas, não conseguem proporcionar filtração suficiente, e alcançam eficiência de filtração de apenas 3%.

No caso de materiais com tramas mais fechadas, quanto mais camadas, pior a respirabilidade. É possível fazer uma verificação rápida da respirabilidade, respirando-se pela boca, e através das múltiplas camadas.

COMBINAÇÃO DE MATERIAIS

Segundo o guia, a combinação de ideal de materiais para máscaras caseiras ou não-cirúrgicas, deve incluir três camadas, sendo:

  • uma camada mais interna feita de material hidrofílico (por ex., algodão ou misturas de algodão);
  • uma camada mais externa feita de material hidrofóbico (por ex., polipropileno, poliéster ou misturas desses materiais), para limitar a contaminação externa por penetração até o nariz e a boca do usuário;
  • uma camada intermediária hidrofóbica feita de material sintético não tecido, como polipropileno, ou uma camada de algodão, para melhorar a filtração ou reter gotículas.

FORMATO DAS MÁSCARAS

As máscaras podem ser de formato plano, com pregas, ou em bico de pato, para que se encaixem perfeitamente sobre o nariz, as bochechas e o queixo. Quando as bordas da máscara não estão próximas do rosto e ficam se mexendo (durante a fala, por exemplo), o ar interno/externo entra pelas frestas e, consequentemente, não é filtrado pelo tecido. Os espaços pelos quais o ar não filtrado entra e sai da máscara podem ser atribuídos ao tamanho e formato da máscara. É importante assegurar que a máscara possa ser fixada confortavelmente e no lugar certo, ajustando-se ligeiramente as tiras elásticas ou faixas.

REVESTIMENTO DOS TECIDOS

O revestimento dos tecidos com compostos como cera pode aumentar a barreira e tornar a máscara impermeável. No entanto, esses revestimentos podem, inadvertidamente, bloquear totalmente os poros e dificultar a respiração através da máscara. Além de reduzir a respirabilidade, isso pode facilitar o escape de ar não filtrado pelas laterais da máscara na expiração. Portanto, o uso de revestimentos não é recomendado pela OMS.

Crianças também devem usar máscaras de pano ao saírem de casa

Após a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarar a pandemia mundial do novo coronavírus, além do distanciamento social, uma das medidas de proteção indicadas à população é a utilização de máscaras para cobrir o rosto e bloquear a proliferação da doença.

A dúvida que preocupa pais e responsáveis é se existe a necessidade de que crianças utilizem máscara. De acordo com o portal do Ministério da Saúde, o equipamento serve para evitar a transmissão do coronavírus para as pessoas ao redor.

Ainda que não apresentem sintomas ou complicações da doença, as crianças são consideradas importantes vetores do vírus, e devem utilizar máscara para evitar a transmissibilidade, principalmente se houver necessidade de contato delas com pessoas pertencentes ao grupo de risco. Ela também deverá ser usada, principalmente na ocasião de exposição em locais públicos, para proteção da própria criança.

Por ocasião da pandemia, o Centro Norte-Americano de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) divulgou uma série de orientações sobre o uso de máscaras. O documento aponta a eficácia para reduzir contaminações, mas que o uso de máscara não é indicado para quem não seja capaz de removê-la, o que inclui crianças menores de dois anos. Neste caso, a precaução deve ser redobrada pelos pais, irmãos e outras pessoas que se relacionam com os bebês.

POR QUE USAR

O uso de máscaras de proteção facial é apontado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e por autoridades sanitárias do país como uma importante medida de proteção e de prevenção à propagação do novo coronavírus (Covid-19).

Para a população em geral, a orientação é o uso de máscaras de pano, enquanto as máscaras cirúrgicas e filtrantes, como a N95, devem ser destinadas, prioritariamente, a profissionais de saúde e pessoas com sintomas da Covid-19.

De acordo com o Ministério da Saúde, pesquisas apontam que a utilização de máscaras de proteção facial, mesmo caseiras de pano, impede a disseminação de gotículas expelidas do nariz ou da boca do usuário no ambiente, funcionando como uma barreira física contra a propagação do novo coronavírus.

Com a ampliação da pandemia, a medida passou a ser tratada como política pública por diversas prefeituras e governos estaduais, com regras recomendando ou até mesmo obrigando a adoção do equipamento como forma de prevenção à doença.

É importante destacar que a máscara de proteção facial é um complemento às outras medidas de prevenção ao novo coronavírus. Para interromper o ciclo de disseminação do vírus, é preciso seguir as regras de distanciamento social, etiqueta respiratória – como cobrir a boca ao tossir ou espirrar – e higienizar constantemente as mãos com álcool em gel e água e sabão.

COMO USAR E CUIDADOS

A máscara de proteção facial é um equipamento de uso individual e não deve ser compartilhado entre familiares e amigos. O equipamento também deve ser trocado após duas horas, portanto, o ideal é que cada pessoa tenha pelo menos duas máscaras de pano consigo.

A máscara deve ser usada sempre que a pessoa precisar sair de casa, higienizando as mãos antes e depois de colocar a peça. Ela deve ser colocada com cuidado cobrindo a boca e o nariz, e amarrada com segurança acima das orelhas e abaixo da nuca, para diminuir o espaço entre o rosto e o equipamento.

Enquanto estiver utilizando a máscara, evite tocá-la e não fique ajustando-a na rua. Após duas horas de uso, ou sempre ela apresentar sujeira ou umidade, troque-a e guarde a usada em uma sacola plástica para higienizá-la depois. Na hora de remover a máscara, pegue-a pelo laço ou pelo nó da parte traseira, evitando tocá-la na parte da frente.

As máscaras usadas deverão ser lavadas em uma diluição de água e água sanitária. A proporção a ser utilizada é de 1 parte de água sanitária para 50 partes de água. Por exemplo: 10 ml de água sanitária para 500 ml de água potável. Deixe a máscara de molho por cerca de 30 minutos e depois lave com água e sabão.

Fontes: Ministério da Saúde, Governo de SP e Prefeitura de SP