{"id":32151,"date":"2015-07-01T15:47:50","date_gmt":"2015-07-01T18:47:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/?page_id=32151"},"modified":"2016-11-30T19:37:37","modified_gmt":"2016-11-30T21:37:37","slug":"de-barco-e-bilhete-unico","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/apartes-anteriores\/revista-apartes\/numero-10-setembrooutubro-2014\/de-barco-e-bilhete-unico\/","title":{"rendered":"N\u00ba10 &#8211; Transporte"},"content":{"rendered":"<h1 class=\"p1\"><strong><span style=\"color: #800000\">De barco e Bilhete \u00danico<\/span><\/strong><\/h1>\n<h2 class=\"p2\">Lei da C\u00e2mara prev\u00ea rios e represas incorporados ao sistema p\u00fablico de transporte coletivo de S\u00e3o Paulo<\/h2>\n<p class=\"p3\"><span class=\"s1\"><b>Gisele Machado<\/b><\/span><span class=\"s2\"> | <a href=\"mailto:gisele@saopaulo.sp.leg.br\"><span class=\"s3\">gisele@saopaulo.sp.leg.br<\/span><\/a><\/span><\/p>\n<p><!-- imagem TOTAL - com legenda - CENTRALIZADA --><\/p>\n<div style=\"width: 100%;margin-right: 1.5em;margin-bottom: 1.5em\">\n<div style=\"padding: 5px;background-color: #eee !important\">\n<p><a href=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/14.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-32152 size-full\" src=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/14.jpg\" alt=\"\" width=\"1195\" height=\"788\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"font-size: 0.8em;line-height: 1.1em;text-align: center;margin: -1.5em 0px 7px 0px;color: #333;!important;background-color: transparent !important\" align=\"center\">FUTURO &#8211; O Rio Pinheiros corta S\u00e3o Paulo de norte a sul e ter\u00e1 uma das hidrolinhas<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"font-size: 0.5em;line-height: 1.1em;text-align: right;margin: 4px 0px 7px 0px;background-color: transparent !important\">Caio\u00a0 Pimenta\/SPTuris<\/p>\n<\/div>\n<p><!-- imagem TOTAL - com legenda - CENTRALIZADA --><\/p>\n<p>Os maltratados rios e represas de S\u00e3o Paulo s\u00e3o lugares \u201cextraordin\u00e1rios\u201d, na opini\u00e3o do especialista em infraestrutura fluvial Alexandre Delijaicov. A descri\u00e7\u00e3o \u00e9 pouco usual, principalmente por se referir a \u00e1guas que, \u201cem alguns pontos, n\u00e3o s\u00e3o l\u00edquidas, mas uma pasta\u201d, nas palavras do pr\u00f3prio acad\u00eamico. O estudioso, no entanto, leva em conta o protagonismo que as \u00e1guas paulistanas j\u00e1 tiveram e podem voltar a ter na cidade.<\/p>\n<p><!-- imagem MEDIA - com legenda - LADO ESQUERDO --><\/p>\n<div style=\"float: left;width: 210px;margin-right: 1.5em;margin-bottom: 1.5em\">\n<div style=\"float: left;padding: 5px;background-color: transparent !important\">\n<p><a href=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/18.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-32154\" src=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/18.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"233\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"font-size: 0.8em;line-height: 1.1em;text-align: center;margin: -1.5em 0px 7px 0px;color: #333;!important;background-color: transparent !important\" align=\"center\">HIDROLINHAS &#8211; Jair Tatto apresentou proposta que cria as duas primeiras linhas da cidade<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"font-size: 0.5em;line-height: 1.1em;text-align: right;margin: 4px 0px 7px 0px;background-color: transparent !important\">Gute Garbelotto\/CMSP<\/p>\n<\/div>\n<p>Essa import\u00e2ncia hist\u00f3rica, perdida nas \u00faltimas d\u00e9cadas, pode ser retomada por meio da Lei 16.010\/2014, proposta pelo vereador Ricardo Nunes (PMDB) e promulgada em junho. A legisla\u00e7\u00e3o prev\u00ea a incorpora\u00e7\u00e3o do Sistema de Transporte P\u00fablico Hidrovi\u00e1rio de S\u00e3o Paulo (STPHSP) \u00e0 rede de transporte coletivo. Ou seja, o paulistano poder\u00e1 navegar por rios e represas da cidade e pagar com o Bilhete \u00danico, j\u00e1 que os portos estar\u00e3o integrados ao sistema de \u00f4nibus, metr\u00f4s e trens.<\/p>\n<p>Delijaicov, que \u00e9 arquiteto da Prefeitura de S\u00e3o Paulo, professor doutor e coordenador do Grupo Metr\u00f3pole Fluvial da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), diz que o STPHSP poderia ser composto por cinco potenciais hidrovias: uma no Rio Tiet\u00ea, duas no Rio Pinheiros, uma na Represa Guarapiranga e outra na Represa Billings.<\/p>\n<p>A via do Rio Tiet\u00ea, sozinha, teria 30 quil\u00f4metros de extens\u00e3o, a maior entre as tr\u00eas hidrovias lineares que devem integrar o sistema paulistano. Nos rios os trajetos ser\u00e3o feitos em linha reta, mas nas represas n\u00e3o, ent\u00e3o \u00e9 quase imposs\u00edvel calcular a extens\u00e3o e quantidade das travessias. \u201cNos lagos (represas), a possiblidade de liga\u00e7\u00f5es \u00e9 ilimitada, lembra uma teia de aranha\u201d, explica Delijaicov, um dos profissionais que deram subs\u00eddios \u00e0 elabora\u00e7\u00e3o da lei.<\/p>\n<p><!-- imagem MEDIA - com legenda - LADO DIREITO --><\/p>\n<div style=\"float: right;width: 348px;margin-left: 1.5em;margin-bottom: 1.5em\">\n<div style=\"float: right;padding: 5px;background-color: #eee !important\">\n<p><a href=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/19.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-33093\" src=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/19.jpg\" alt=\"19\" width=\"338\" height=\"234\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"font-size: 0.8em;line-height: 1.1em;text-align: center;margin: -1.5em 0px 7px 0px;color: #333;!important;background-color: transparent !important\" align=\"center\">AUTOR &#8211; Projeto de Ricardo Nunes criou sistema hidrovi\u00e1rio interligado ao Bilhete \u00danico<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"font-size: 0.5em;line-height: 1.1em;text-align: right;margin: 4px 0px 7px 0px;background-color: transparent !important\">Comunica\u00e7\u00e3o Ricardo Nunes<\/p>\n<\/div>\n<p><!-- imagem MEDIA - com legenda - LADO DIREITO --><\/p>\n<p><strong>LINHAS AQU\u00c1TICAS<\/strong><\/p>\n<p>Quem tem condi\u00e7\u00f5es financeiras para comprar uma embarca\u00e7\u00e3o e pagar pela ancoragem sabe o valor de cortar caminho. A administradora Renata Maynard leva hoje 13 minutos para chegar ao trabalho de jet ski, pela represa Guarapiranga, em vez de perder 2 horas e meia todos os dias em seu autom\u00f3vel na Estrada do M\u2019Boi Mirim. Ela foi ouvida pela equipe do portal da C\u00e2mara Municipal de S\u00e3o Paulo (CMSP). Seu pai, o empres\u00e1rio Ricardo Maynard, \u00e9 outro que desistiu do asfalto: tamb\u00e9m vai trabalhar de jet ski, na Capela do Socorro, e chega em apenas 10 minutos. \u201cAproveito a paisagem e ainda tenho seguran\u00e7a\u201d, conta. De carro, levava pelo menos 1 hora e 40 minutos.<\/p>\n<p>Para a mesma reportagem, a equipe do portal fez um teste. \u00c0s 10 horas de uma sexta-feira, em per\u00edodo de f\u00e9rias escolares, um dos rep\u00f3rteres percorreu de \u00f4nibus em 1 hora e 15 minutos os 10,4 quil\u00f4metros que separam o Jardim Horizonte Azul, no extremo sul de S\u00e3o Paulo, do bairro de Santo Amaro, tamb\u00e9m na zona sul. O trajeto foi feito pela congestionada Estrada do M\u2019Boi Mirim. No mesmo dia e hor\u00e1rio, outro rep\u00f3rter fez o deslocamento de lancha, a uma velocidade m\u00e9dia de 35 km\/h, e levou 17 minutos.<\/p>\n<p><!-- imagem MEDIA - com legenda - LADO ESQUERDO --><\/p>\n<div style=\"float: left;width: 345px;margin-right: 1.5em;margin-bottom: 1.5em\">\n<div style=\"float: left;padding: 5px;background-color: #transparent !important\"><a href=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/004.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-33096\" src=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/004.jpg\" alt=\"004\" width=\"345\" height=\"492\" \/><\/a><\/div>\n<\/div>\n<p><!-- imagem MEDIA - com legenda - LADO ESQUERDO --><\/p>\n<p>A Lei 16.010 determina que o STPHSP tenha deslocamentos que prezem pela economia, seguran\u00e7a, efici\u00eancia, conforto e rapidez. O fluxo das embarca\u00e7\u00f5es dever\u00e1 ser \u201cconstante e regular\u201d. \u201cDo ponto de vista imediato e pr\u00e1tico, a legisla\u00e7\u00e3o poder\u00e1 beneficiar cerca de 2 milh\u00f5es de pessoas que vivem em bairros da zona sul, como Graja\u00fa, Pedreira e Jardim \u00c2ngela\u201d, acredita o vereador Ricardo Nunes, autor do projeto.<\/p>\n<p>At\u00e9 o fechamento desta edi\u00e7\u00e3o, a Prefeitura n\u00e3o tinha regulamentado a lei e decidido como vai operacionalizar o sistema. Mas o Plano Diretor Estrat\u00e9gico (PDE) do Munic\u00edpio, aprovado pela CMSP e promulgado em julho pelo prefeito Fernando Haddad (PT), adianta algumas exig\u00eancias sobre o que os portos de passageiros devem ter: servi\u00e7os p\u00fablicos e proximidade com trens, metr\u00f4s, \u00f4nibus, ciclovias, servi\u00e7os de compartilhamento de autom\u00f3veis e estacionamentos, al\u00e9m de articula\u00e7\u00e3o com ofertas de moradia popular.<\/p>\n<p>Um dos pontos positivos \u00e9 que a infraestrutura para navega\u00e7\u00e3o de passageiros exige gastos m\u00ednimos. \u201cO cais e a atracagem s\u00e3o muito simples, [requerem] apenas um deque de madeira\u201d, diz Delijaicov. N\u00e3o seria necess\u00e1rio aprofundar os leitos dos rios, j\u00e1 que, para o transporte de pessoas, no m\u00e1ximo 1 metro do casco fica submerso. Tampouco \u00e9 preciso fazer desapropria\u00e7\u00f5es e construir eclusas para levar o passageiro de uma esta\u00e7\u00e3o a outra. Assim como no sistema metrovi\u00e1rio, s\u00e3o as pessoas que se locomovem entre os pontos.<\/p>\n<p>As cinco potenciais hidrovias a integrar o STPHSP s\u00e3o indicadas pelos estudos do Grupo Metr\u00f3pole Fluvial: Rio Tiet\u00ea, Rio Pinheiros inferior (das imedia\u00e7\u00f5es da esta\u00e7\u00e3o de trem Ceasa at\u00e9 a Usina Elevat\u00f3ria de Trai\u00e7\u00e3o, na altura da esta\u00e7\u00e3o de trem Vila Ol\u00edmpia), Rio Pinheiros superior (desde a esta\u00e7\u00e3o Vila Ol\u00edmpia at\u00e9 a Billings) e represas Bilings e Guarapiranga. As duas primeiras linhas podem surgir de projetos de lei (PLs) em tramita\u00e7\u00e3o na CMSP. O PL 136\/2013, do vereador Jair Tatto (PT), cria a travessia entre M\u2019Boi Mirim e Capela do Socorro, separados pela represa Guarapiranga. O PL 267\/2013, proposto tamb\u00e9m pelo petista, liga Graja\u00fa e Pedreira, que est\u00e3o em margens opostas da represa Billings.<\/p>\n<p><!-- imagem TOTAL - com legenda - CENTRALIZADA --><\/p>\n<div style=\"width: 100%;margin-right: 1.5em;margin-bottom: 1.5em\">\n<div style=\"padding: 5px;background-color: #eee !important\">\n<p><a href=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/20.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-33100\" src=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/20.jpg\" alt=\"20\" width=\"1113\" height=\"623\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"font-size: 0.8em;line-height: 1.1em;text-align: center;margin: -1.5em 0px 7px 0px;color: #333;!important;background-color: transparent !important\" align=\"center\">TIET\u00ca &#8211; \u00d4nibus anf\u00edbio navegou o rio canalizado para divulgar evento n\u00e1utico<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"font-size: 0.5em;line-height: 1.1em;text-align: right;margin: 4px 0px 7px 0px;background-color: transparent !important\">Divulga\u00e7\u00e3o Boat Show<\/p>\n<\/div>\n<p><!-- imagem TOTAL - com legenda - CENTRALIZADA --><\/p>\n<div><\/div>\n<p>Com as iniciativas, Tatto pretende reduzir a vulnerabilidade social de quem mora \u00e0s margens das represas: \u201cEssas regi\u00f5es n\u00e3o oferecem empregos suficientes para todos os moradores, e por isso a maior parte deles enfrenta horas de trajeto todos os dias, gerando inclusive danos \u00e0 sa\u00fade\u201d. Para Delijaicov, as duas travessias propostas pelo vereador poderiam funcionar como um primeiro teste do sistema hidrovi\u00e1rio, com dois barcos em cada trecho. \u201cAs linhas propostas s\u00e3o as mais urgentes, mas deveria haver uma tamb\u00e9m no Canal Pinheiros e outra no Tiet\u00ea\u201d, observa o especialista.<\/p>\n<p><!-- imagem GRANDE - com legenda - LADO ESQUERDO --><\/p>\n<div style=\"float: left;width: 410px;margin-right: 1.5em;margin-bottom: 1.5em\">\n<div style=\"float: left;padding: 5px;background-color: #eee !important\">\n<p><a href=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/22.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-33102\" src=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/22.jpg\" alt=\"22\" width=\"406\" height=\"298\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"font-size: 0.8em;line-height: 1.1em;text-align: center;margin: -1.5em 0px 7px 0px;color: #333;!important;background-color: transparent !important\" align=\"center\">LONDRES &#8211; Na capital inglesa, as hidrovias foram recuperadas nos anos 1960<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"font-size: 0.5em;line-height: 1.1em;text-align: right;margin: 4px 0px 7px 0px;background-color: transparent !important\">Carolline S. C. Rocha<\/p>\n<\/div>\n<p><!-- imagem GRANDE - com legenda - LADO ESQUERDO --><br \/>\n<!-- imagem GRANDE - com legenda - LADO ESQUERDO --><\/p>\n<div style=\"float: left;width: 410px;margin-right: 1.5em;margin-bottom: 1.5em\">\n<div style=\"float: left;padding: 5px;background-color: #eee !important\">\n<p><a href=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/23.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-33103\" src=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/23.jpg\" alt=\"23\" width=\"406\" height=\"297\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"font-size: 0.8em;line-height: 1.1em;text-align: center;margin: -1.5em 0px 7px 0px;color: #333;!important;background-color: transparent !important\" align=\"center\">ROTERD\u00c3 &#8211; No primeiro plano, t\u00e1xi aqu\u00e1tico em \u00e1guas holandesas<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"font-size: 0.5em;line-height: 1.1em;text-align: right;margin: 4px 0px 7px 0px;background-color: transparent !important\">Wagner Correa<\/p>\n<\/div>\n<p><!-- imagem GRANDE - com legenda - LADO ESQUERDO --><\/p>\n<p>O Grupo Metr\u00f3pole Fluvial tem transmitido \u00e0 Prefeitura os detalhes dos portos que imagina para a cidade. Eles teriam centros de cultura, lazer, assist\u00eancia social, sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o ambiental focada na reciclagem e educa\u00e7\u00e3o esportiva voltada ao remo e navega\u00e7\u00e3o a vela. \u201cSeria uma pra\u00e7a de pol\u00edticas sociais que, por estar na beira do canal ou lago naveg\u00e1vel, passaria a ter um papel important\u00edssimo para mudar a mentalidade da sociedade, do cidad\u00e3o, visando \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o da qualidade ambiental urbana, ao bem-estar coletivo e individual\u201d, diz o coordenador do grupo, Alexandre Delijaicov.<\/p>\n<p>A ideia \u00e9 que os cais sejam ponto de encontro natural e prazeroso entre os paulistanos, que l\u00e1 poder\u00e3o acessar v\u00e1rios servi\u00e7os p\u00fablicos. Enquanto os pais usam o corredor aqu\u00e1tico para trabalhar ou estudar, por exemplo, os filhos aprendem esportes hoje reservados \u00e0 elite. \u201cQuem veleja ou rema s\u00e3o os filhos, netos e bisnetos dos diretores de empresas alem\u00e3s e suecas que se instalaram na cidade. Essa injusti\u00e7a social tem que ser superada atrav\u00e9s do fomento, a toda a popula\u00e7\u00e3o, do direito de remar e velejar\u201d, defende Delijaicov.<\/p>\n<p><strong>NAVEGA\u00c7\u00c3O NO TIET\u00ca<\/strong><\/p>\n<p>Em 17 de setembro, um \u00f4nibus anf\u00edbio navegou pelo Tiet\u00ea, como parte das atra\u00e7\u00f5es do evento S\u00e3o Paulo Boat Show. Uma das passageiras, Marlene Maia Matos, de 80 anos, chegou a nadar naquelas \u00e1guas nos anos 1940. \u201cAprendi a nadar no Tiet\u00ea, tomei \u00e1gua do rio quando tinha 10 anos. \u00c9 muito triste estar navegando por ele nestas condi\u00e7\u00f5es hoje\u201d, contou emocionada.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o que muitos paulistanos fazem \u00e9: ser\u00e1 poss\u00edvel utilizar \u00e1guas t\u00e3o polu\u00eddas, que lembram esgoto a c\u00e9u aberto? Para Delijaicov, a melhor sa\u00edda para despoluir \u00e9 exatamente voltar a navegar. Primeiramente porque a polui\u00e7\u00e3o \u00e9 inofensiva para os barcos e os passageiros n\u00e3o ter\u00e3o contato com a \u00e1gua. Al\u00e9m disso, o uso tornar\u00e1 mais evidente a necessidade de cuidar dos rios e represas. \u201cA h\u00e9lice vai enroscar no sof\u00e1 [atirado \u00e0 \u00e1gua] no primeiro dia. Com tr\u00eas ou quatro horas di\u00e1rias de limpeza e manuten\u00e7\u00e3o do sistema, como no metr\u00f4, n\u00e3o vai enroscar mais\u201d, diz o professor, adepto da teoria de que \u201cquem usa cuida\u201d.<\/p>\n<p><!-- imagem TOTAL - com legenda - CENTRALIZADA --><\/p>\n<div style=\"width: 100%;margin-right: 1.5em;margin-bottom: 1.5em\">\n<div style=\"padding: 5px;background-color: #eee !important\">\n<p><a href=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/006.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-33105\" src=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/006.jpg\" alt=\"006\" width=\"1200\" height=\"877\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"font-size: 0.8em;line-height: 1.1em;text-align: center;margin: -1.5em 0px 7px 0px;color: #333;!important;background-color: transparent !important\" align=\"center\">Clique na imagem para v\u00ea-la ampliada<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><!-- imagem TOTAL - com legenda - CENTRALIZADA --><\/p>\n<p>Nas horas dedicadas \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o do sistema aqu\u00e1tico, entrariam em cena os barcos limpadores, nos moldes dos usados em pa\u00edses como Fran\u00e7a e Holanda, que utilizam bastante o meio fluvial. S\u00e3o embarca\u00e7\u00f5es que aspiram a \u00e1gua, peneiram a superf\u00edcie com uma escumadeira, escovam as paredes dos canais e retiram objetos maiores, como as bicicletas comumente encontradas nas hidrovias holandesas.<\/p>\n<p><!-- imagem MEDIA - com legenda - LADO ESQUERDO --><\/p>\n<div style=\"float: left;width: 373px;margin-right: 1.5em;margin-bottom: 1.5em\">\n<div style=\"float: left;padding: 5px;background-color: #eee !important\">\n<p><a href=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/24.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-33109\" src=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/24.jpg\" alt=\"24\" width=\"363\" height=\"194\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"font-size: 0.8em;line-height: 1.1em;text-align: center;margin: -1.5em 0px 7px 0px;color: #333;!important;background-color: transparent !important\" align=\"center\">RAPIDEZ &#8211; Ricardo Maynard vai de jet ski ao trabalho, pela Guarapiranga, em 10 minutos<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"font-size: 0.5em;line-height: 1.1em;text-align: right;margin: 4px 0px 7px 0px;background-color: transparent !important\">Luiz Fran\u00e7a\/CMSP<\/p>\n<\/div>\n<p><!-- imagem MEDIA - com legenda - LADO ESQUERDO --><\/p>\n<p>Com um sistema rodovi\u00e1rio saturado, \u201ca cidade poder\u00e1 sair na frente na constru\u00e7\u00e3o de uma alternativa eficiente, barata e ambientalmente adequada\u201d de transporte, diz o vereador Ricardo Nunes. Os Estados Unidos e alguns pa\u00edses da Europa, por exemplo, possuem hidrovias regionais, interligando cidades. Projetos para sistemas hidrovi\u00e1rios urbanos, dentro de uma cidade, no entanto, s\u00e3o raridade no mundo.<\/p>\n<p>A \u201cinfraestrutura azul\u201d paulistana pode ser uma \u00f3tima solu\u00e7\u00e3o, at\u00e9 mesmo revolucion\u00e1ria para os transportes na capital. Mas vai al\u00e9m. \u201cN\u00e3o pense que o sistema hidrovi\u00e1rio municipal \u00e9 um projeto setorial de transporte. \u00c9 tamb\u00e9m, mas toda hidrovia urbana \u00e9 um projeto de desenvolvimento urbano\u201d, diz Delijaicov.<\/p>\n<table border=\"0\" width=\"100%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#3D75AE\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"middle\">\n<h2><strong><span style=\"color: #ffffff\">Sistema confort\u00e1vel e sustent\u00e1vel<\/span><\/strong><\/h2>\n<p><span style=\"color: #ffffff\">De acordo com os especialistas que v\u00eam elaborando a implementa\u00e7\u00e3o do Sistema de Transporte P\u00fablico Hidrovi\u00e1rio de S\u00e3o Paulo (STPHSP), as embarca\u00e7\u00f5es utilizadas dever\u00e3o ser movidas a eletricidade, para n\u00e3o poluir o meio ambiente. Tamb\u00e9m n\u00e3o haver\u00e1 polui\u00e7\u00e3o sonora, j\u00e1 que os barcos ser\u00e3o silenciosos. As cabines dever\u00e3o ser fechadas com vidro e ter\u00e3o ar-condicionado, proporcionando conforto aos passageiros e protegendo-os do mau cheiro. Os vidros tamb\u00e9m evitar\u00e3o que se atirem objetos na \u00e1gua. Todos os viajantes ter\u00e3o de fazer os percursos sentados e os barcos maiores v\u00e3o acomodar no m\u00e1ximo 200 pessoas, de modo que o embarque e o desembarque n\u00e3o demorem.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff\">As embarca\u00e7\u00f5es ser\u00e3o controladas por rob\u00f4s, com pilotos para situa\u00e7\u00f5es de emerg\u00eancia. \u201cPode parecer estranho, mas n\u00e3o \u00e9 algo banal, como um barco feito no quintal\u201d, diz o professor Alexandre Delijaicov, coordenador do Grupo Metr\u00f3pole Fluvial, da USP. Segundo o especialista, o pre\u00e7o dos ve\u00edculos aqu\u00e1ticos \u00e9 equivalente ao dos utilizados no transporte p\u00fablico terrestre.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff\">Modelo na utiliza\u00e7\u00e3o do transporte hidrovi\u00e1rio, Londres possui, atualmente, alguns barcos com acesso \u00e0 internet sem fio e lanchonetes. Os roteiros feitos por eles t\u00eam vistas privilegiadas, como o trajeto entre os museus Tate Britain e Tate Modern. Apesar da import\u00e2ncia hist\u00f3rica, as hidrovias londrinas passaram por um processo de abandono e foram recuperadas apenas nos anos 1960. Com a Lei 16.010\/2014, espera-se que S\u00e3o Paulo siga o mesmo exemplo.<\/span><\/p>\n<p><!-- imagem TOTAL - com legenda - CENTRALIZADA --><\/p>\n<div style=\"width: 100%;margin-right: 0px;margin-bottom: 0px\">\n<div style=\"padding: 0px;margin: 0px;background-color: transparent !important\"><a href=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/005.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-33113\" src=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/005.png\" alt=\"005\" width=\"615\" height=\"135\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"padding: 0px;margin: 0px;background-color: transparent !important\"><a href=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/21.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-33114\" src=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/21.jpg\" alt=\"21\" width=\"615\" height=\"261\" \/><\/a><\/div>\n<p style=\"font-size: 0.5em;line-height: 1.1em;text-align: right;margin: -2.5em 0px 7px 0px;background-color: transparent !important;color: #ffffff\">Isriya Paireepairit\/Flickr\/CreativeCommons<\/p>\n<\/div>\n<p><!-- imagem TOTAL - com legenda - CENTRALIZADA --><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<table style=\"border: none\" border=\"0\" width=\"100%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#ECF8FF\">\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" bgcolor=\"#ECF8FF\">\n<h2><strong>Quando S\u00e3o Paulo era navegada<\/strong><\/h2>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"middle\" bgcolor=\"#ECF8FF\" width=\"50%\">Durante s\u00e9culos, foi poss\u00edvel se deslocar pelos cursos d\u00b4\u00e1gua da cidade de S\u00e3o Paulo. No lugar onde hoje fica a Avenida Juscelino Kubitschek havia um rio por onde circulavam canoas. At\u00e9 o s\u00e9culo 19, a Rua 25 de Mar\u00e7o recebia embarca\u00e7\u00f5es e a Ladeira Porto Geral tem esse nome porque j\u00e1 abrigou um porto. O Rio Pinheiros j\u00e1 foi uma rota para interligar aldeias ind\u00edgenas e depois sediou regatas. O Tiet\u00ea era local de recreio, com passeio em barcos por suas \u00e1guas limpas e calmas, embelezadas por florestas. Em 1920, as embarca\u00e7\u00f5es paulistanas chegavam a 2 mil \u2013 considerando apenas as licenciadas, mas o foco nos transportes rodovi\u00e1rios fez esses n\u00fameros ca\u00edrem vertiginosamente ao longo dos anos.Em 1899 surgiu o Clube Esperia, \u00e0 \u00e9poca voltado ao remo no ent\u00e3o sinuoso Tiet\u00ea. Outra agremia\u00e7\u00e3o ic\u00f4nica foi o Clube de Regatas Tiet\u00ea, fechado em 2012 ap\u00f3s 105 anos de funcionamento. No rio, acontecia uma famosa prova de nata\u00e7\u00e3o, a S\u00e3o Paulo a Nado, com percurso de 5,5 quil\u00f4metros entre a Ponte Vila Maria e a Ponte das Bandeiras. A travessia foi realizada entre 1924 e 1944, quando a polui\u00e7\u00e3o come\u00e7ava a deteriorar aquelas \u00e1guas.Assim como ocorre com o Rio Pinheiros, o trecho paulistano do Tiet\u00ea passa por um canal artificial, constru\u00eddo dentro do chamado leito maior do rio, que se estende pela grande \u00e1rea antes alagada durante as cheias. De 1937 a 1958, o Pinheiros teve seu curso revertido para gera\u00e7\u00e3o de energia \u2013 deixou de ser um afluente do Tiet\u00ea para desaguar na represa Billings.\u201cInvadimos, loteamos e vendemos o leito maior dos dois rios. N\u00e3o fa\u00e7o ju\u00edzo de valor, aconteceu e a cidade n\u00e3o vai retroceder\u201d, diz o professor Alexandre Delijaicov, sobre as margens aterradas e hoje ocupadas por avenidas. Segundo ele, mais da metade da metr\u00f3pole ocupa, atualmente, o leito maior dos rios. Dois exemplos s\u00e3o a Vila Guilherme e a parte baixa da Vila Maria, que est\u00e3o no leito maior do Tiet\u00ea, e o Jardim Europa, no Pinheiros.Fontes: Alexandre Delijaicov, vereador Ricardo Nunes,\u00a0 Clube Esperia e livro Tiet\u00ea, presente e futuro<\/td>\n<td valign=\"middle\" bgcolor=\"#ECF8FF\" width=\"50%\"><!-- imagem MEDIA - com legenda - LADO DIREITO --><\/p>\n<div style=\"float: right;width: 260px;margin-left: 1.5em;margin-bottom: 1.5em\">\n<div style=\"float: right;padding: 5px;background-color: #eee !important\">\n<p><a href=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/15.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-33137\" src=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/15.jpg\" alt=\"15\" width=\"250\" height=\"182\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"font-size: 0.8em;line-height: 1.1em;text-align: center;margin: -1.5em 0px 7px 0px;color: #333;!important;background-color: transparent !important\" align=\"center\">Arthur Busin, atleta do Clube Esperia, salta de trampolim no Tiet\u00ea em 1927<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"font-size: 0.5em;line-height: 1.1em;text-align: right;margin: 4px 0px 7px 0px;background-color: transparent !important\">Acervo Hist\u00f3rico Clube Esperia<\/p>\n<\/div>\n<p><!-- imagem MEDIA - com legenda - LADO DIREITO --><br \/>\n<!-- imagem MEDIA - com legenda - LADO DIREITO --><\/p>\n<div style=\"float: right;width: 260px;margin-left: 1.5em;margin-bottom: 1.5em\">\n<div style=\"float: right;padding: 5px;background-color: #eee !important\">\n<p><a href=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/16.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-33138\" src=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/16.jpg\" alt=\"16\" width=\"250\" height=\"182\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"font-size: 0.8em;line-height: 1.1em;text-align: center;margin: -1.5em 0px 7px 0px;color: #333;!important;background-color: transparent !important\" align=\"center\">Sede do Clube Esperia, em 1910<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"font-size: 0.5em;line-height: 1.1em;text-align: right;margin: 4px 0px 7px 0px;background-color: transparent !important\">Acervo Hist\u00f3rico Clube Esperia<\/p>\n<\/div>\n<p><!-- imagem MEDIA - com legenda - LADO DIREITO --><br \/>\n<!-- imagem MEDIA - com legenda - LADO DIREITO --><\/p>\n<div style=\"float: right;width: 260px;margin-left: 1.5em;margin-bottom: 1.5em\">\n<div style=\"float: right;padding: 5px;background-color: #eee !important\">\n<p><a href=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/17.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-33139\" src=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.leg.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/17.jpg\" alt=\"17\" width=\"250\" height=\"182\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"font-size: 0.8em;line-height: 1.1em;text-align: center;margin: -1.5em 0px 7px 0px;color: #333;!important;background-color: transparent !important\" align=\"center\">Regata mista no Rio Tiet\u00ea, na d\u00e9cada de 1910<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"font-size: 0.5em;line-height: 1.1em;text-align: right;margin: 4px 0px 7px 0px;background-color: transparent !important\">Acervo Hist\u00f3rico Clube Esperia<\/p>\n<p><!-- imagem MEDIA - com legenda - LADO DIREITO --><\/p>\n<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!-- COMENTE SOBRE ESSA MATERIA --><\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"50%\">\n<h5>Comente sobre essa mat\u00e9ria:<\/h5>\n<p><a style=\"font-family: 'Helvetica Neue', 'Helvetica', Helvetica, Arial, sans-serif;color: #fff;font-size: 12px;text-decoration: none;font-weight: bold;text-align: center;background-color: #3b5998 !important;margin: 0 0 10px;padding: 3px 7px\" title=\"Facebook da revista Apartes\" href=\"https:\/\/www.facebook.com\/RevistaApartes\" target=\"_blank\">Facebook<\/a> <a style=\"font-family: 'Helvetica Neue', 'Helvetica', Helvetica, Arial, sans-serif;color: #fff;font-size: 12px;text-decoration: none;font-weight: bold;text-align: center;background-color: #1daced !important;margin: 0 0 10px;padding: 3px 7px\" title=\"Twitter da revista Apartes\" href=\"https:\/\/twitter.com\/RevistaApartes\" target=\"_blank\">Twitter<\/a><\/td>\n<td align=\"center\" width=\"50%\">\n<h5>Envie cr\u00edticas ou sugest\u00f5es:<\/h5>\n<p>Email: <strong><a href=\"mailto:apartes@saopaulo.sp.leg.br\">apartes@saopaulo.sp.leg.br<\/a><\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!-- COMENTE SOBRE ESSA MATERIA --><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De barco e Bilhete \u00danico Lei da C\u00e2mara prev\u00ea rios e represas incorporados ao sistema p\u00fablico de transporte coletivo de S\u00e3o Paulo Gisele Machado | gisele@saopaulo.sp.leg.br FUTURO &#8211; O Rio Pinheiros corta S\u00e3o Paulo de norte a sul e ter\u00e1 uma das hidrolinhas Caio\u00a0 Pimenta\/SPTuris Os maltratados rios e represas de S\u00e3o Paulo s\u00e3o lugares [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":109,"featured_media":0,"parent":24640,"menu_order":5,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-32151","page","type-page","status-publish","hentry"],"meta_all":{"_wp_page_template":["default"],"_yoast_wpseo_title":["De barco e Bilhete \u00danico - 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